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Foto Digital com Moisés Amorim

Publicado em 2013

Atualizado em 24 de junho de 2019

Um vencedor. Trabalha nos bastidores sem querer jogar muito holofote para si. Valoriza acima de tudo a vitória do grupo. Trabalha duro pelo hoje, pois o passado fica só como uma boa referência. Como diretor da Cauê Veículos, acaba de ganhar o prêmio de concessionário A e vive uma semana muito agitada, novidade, participa da promoção Chevrolet 1000 carros. O objetivo de vender 1000 unidades em 10 dias.

Extremamente centrado, tem o perfil certo para liderar: conhece a ponta do negócio que é vender, tem a capacidade de repassar tudo para que seu grupo chegue aos seus objetivos e dá toda a eficiência no controle das ações. Nosso Foto Digital é Moisés Amorim Sousa Neto, Diretor da Cauê Veículos.

Todo jornalista necessita de pessoas que possam dar sustentação às suas informações, principalmente tirando dúvidas sobre temas mais controversos. Para mim, Moisés é um desses profissionais que me dão o equilíbrio nas respostas que preciso. De forma didática, sem paixões mostra para mim a realidade do mercado com simplicidade e um grande conhecimento.

Acrescentado a outras características isso faz dele um profissional que entrou no mercado há 20 anos, na empresa do seu tio Francisco Amorim e do seu avô que adotou o nome, Moisés Amorim, que vendia motos. E Moisés permanece até hoje crescendo e conseguindo vitórias sólidas. Respeitando a todos e trazendo resultados para a empresa em que trabalha e na satisfação dos clientes.

Quem olha para Moisés, sentado à mesa, não imagina sua história de vida. Chamou-me a atenção foi saber que ele não é muito ligado no que passou, porém foi no passado, na sua transição rápida de menino para homem, participando da luta da família, que começou a aprimorar sua liderança. Entre os irmãos era onde todos buscavam apoio e confiança.

Ele é filho de Chapadinha, foi criado num hotel que pertencia aos seus pais, Francisco Lopes e Beatriz Lopes, estudava em São Luís, nas férias voltava para cidade e junto com os pais ajudava nos negócios da família. Arrumava as mesas, fazia às vezes de garçom, limpava o chão e tudo que tivesse que ser feito para dar o melhor ao cliente e é claro, não deixava de ganhar uma gorjeta, não fazia nenhum mal.

Nossa entrevista é interrompida. Entra na sala uma funcionária da Cauê com um rapaz ao lado e ela fala. “Moisés este é o novo funcionário do serviço de peças”, ele dá boas vindas, assina uma planilha e continuamos nossa entrevista. No tempo que ficamos conversando, menos de 1 hora, ele saiu da sala umas 3 vezes, atendeu a diversos telefonemas, resolveu problemas, inclusive de autorização do auditório, atendeu a vendedores e o que me deixou intrigado, foi que em nenhum momento ele mudou seu jeito. Eu estava mais agitado que ele. De forma tranquila resolvia tudo e voltava pacientemente para nossa conversa. Aproveitei e perguntei o que deixa ele nervoso? “Não é bem nervoso, eu tenho esse jeito calmo, mas sou de resultado. O que me deixa chateado é ter um problema para resolver e saber que depende de outra pessoa que está fazendo corpo mole”.

Talvez este jeito equilibrado venha da vontade que Moisés tinha ou tem, quem sabe ele não volte um dia, de ir para o interior. Na verdade, antes de iniciar sua vida nos negócios do seu tio/avô, ele fazia faculdade em São Luís. Nas horas vagas conseguiu um contrato no estado e passou a dar aulas como professor de ciências. Fico imaginando o professor Moisés dando aula. Quem não fosse organizado e estudasse, estava perdido. A idéia era formar-se e voltar para o interior.

Mas, sempre tem o tal, mas, foi trabalhar nos negócios do tio/avô, vendas de motos, começou em serviços gerais, porém inteligente, viu que entre os funcionários tinha uma condição melhor de vida e que eram os vendedores, logo, começou a vislumbrar este cargo.

Não deu outra, bastou entrar como vendedor e ver o dinheiro aumentar, que o jovem que ganhava como professor só para custear seus gastos básicos, viu neste emprego a possibilidade de ganhar muito mais.

Uma das suas primeiras vendas e mais marcantes foi uma moto para o Daniel Filho, hoje, um dos sócios da Dalcar, Grupo que Moisés faz parte. Neste momento Daniel entra na sala e esclarecemos isso. “Ele me vendeu uma moto e não duas. E depois um Verona”. E agora ele vende são centenas de carros.

O prêmio concessionária A não é uma novidade para ele, porém é um feito para a Cauê. O prêmio foi referente a 2008 e ela só tinha dois anos de idade e Moisés define assim a premiação. “O título de Concessionária A é a maior honraria que existe na rede de concessionárias Chevrolet no Brasil. Em outras palavras, é o Oscar da General Motors que elege as melhores concessionárias Chevrolet do Brasil, através de uma rigorosa avaliação, feita, principalmente, pelos próprios clientes das concessionárias, pela General Motors e pelo Banco GMAC, que inclui: performance em vendas e participação de mercado, performance  em vendas de peças e serviços; índice de satisfação dos clientes tanto em venda como em pós-venda; posição financeira e instalações”.  São mais de 500 concessionárias e aproximadamente 70 conseguiram este prêmio.

Moises é formado em administração de empresas, pós-graduado em Gestão de Concessionária e com MBA em Gestão Empresarial. Não pára de estudar, pesquisar e ficar atento às novidades do mercado.

Ele vive um momento muito feliz da sua vida particular. Falo assim, pois profissionais deste setor dedicam boa parte da sua vida ao trabalho, por isso ele me disse uma coisa interessante. “gosto do que faço, não sou doido pelo dinheiro”. Ele está noivo da senhorita Letícia Pimenta e em breve subirá ao altar.

Muito organizado, você não consegue olhar sua mesa com muitos papéis. Dificilmente ele assina algo de imediato, mesmo conhecendo sobre o assunto, ele lê novamente, mas depois que assinou pode garantir que vai cumprir. Nunca encontrei Moisés na sua sala parado, pensando, sempre ele estava no seu notebook ou no telefone celular. No dia marcado para entrevista, não aconteceu, ele estava em reunião na loja da Cohama. No dia seguinte pela manhã numa conferência com a General Motors pelo celular e só ao final da tarde de mais um dia de muito trabalho consegui fazer esta entrevista.

Ele é assim, não pára, suas metas passadas ficam no passado. Seu olhar é para o futuro. Saboreia o presente, mas tem a certeza que só sobrevive no mercado quem faz acontecer e ele acontece. Faz o que o americano chama de estilo low profile que é mais ou menos assim: é na dele, sem muita mídia e os resultados chegam.

Não traz a vitória para si, sabe que sozinho ninguém faz nada. Reconhece que trabalha num Grupo sério, forte e que dá toda a oportunidade para crescimento. Tenta passar para seus comandados a mensagem sobre oportunidade, pois como ele mesmo fez, foi graças a aproveitar cada uma que passou em sua vida que chegou aonde chegou e ainda vai chegar mais longe. Quem convive com ele tem a certeza disso.

Um negócio com Moisés Amorim

Casado? Estou noivo

Quando começou a trabalhar? Aos 8 anos nos negócios dos meus pais.

Como entrou na área de veículos? Na empresa do meu tio e do meu avô.

Qual foi o seu primeiro emprego?Fazia de tudo, garçom, serviços gerais, limpeza e dirigir caminhão.

O que faz nas horas livres? Assistir filmes e ir à igreja.

Gosta de fazer coisas de casa? Gosto, se contratar alguém para fazer alguma coisa e ficar em casa, faço junto.

O que não pode faltar na sua mesa? Notebook.

Um lema de trabalho? Fazer.

Dia e mês que nasceu? 23/03.

Idade 46 anos.

Signo? Áries.

Pessoas hoje, mais importantes para você? Minha família e minha noiva.

O que representa a sua família? Me fez crescer.

Saudade de alguém? Não.

A 1ª venda a gente nunca esquece? Foi uma das, vendi uma moto para o Daniel Filho. Passei um mês indo lá. (risos)

Um bom vendedor é aquele que…? Não desiste nunca.

Um bom carro é aquele que…? Satisfaz o cliente, um Chevrolet.

Os clientes estão mais exigentes? Sempre foram exigentes, porém com mais conhecimentos.

Uma alegria no trabalho? Ver os objetivos alcançados.

O que nunca beberia? Já bebi mais que hoje, mas não tenho essa de não beber alguma coisa.

O que nunca comeria? Não sei direito se é caça ou animais silvestres (muitos risos).

O que nunca esquece? Sem ela ter o conhecimento disso, mas a motivação positiva que minha mãe passava. Todo dia ela batia na minha cabeça dizendo que eu iria vencer, me formar, poderia ser até presidente. Isso foi muito importante.

Se voltasse no tempo mudaria alguma coisa? Serviria ao quartel.

O que é o passado? Conjunto de experiência.

O que é o presente? Viver intensamente cada momento.

O que é o futuro? Planejar, executar e esperar.

Se não fosse da área de carro o que seria? Advogado.

O que mais marcou sua carreira até agora? Meu crescimento.

O que mais deixa o Moisés triste? Ver que pessoas têm todas as chances para aprender, crescer e não aproveitam. O descaso das autoridades que podem fazer e não fazem.

É supersticioso? Não.

Acredita em quê? Deus.

O mercado é profissional? Ele sempre é.

Como você analisa a concorrência? Ela é muito forte, pois todos querem ser os primeiros. Cada um na sua categoria.

E o trânsito de São Luís? Ainda é fácil em comparação às outras capitais, mas precisa de planejamento urgente.

Vale tudo para vender?

Vale tudo que for saudável, ético e responsável para empresa e para o cliente.

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